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Bancos E A Era Da Consolidação Dos Meios Digitais

artigo25_gdeNos últimos anos, o Brasil registrou avanço considerável no emprego de meios digitais para efetivar transações bancárias.

Considerando o elevado volume de investimentos da indústria em tecnologia da informação, o setor bancário está entre aqueles que mais investem em meios digitais. Esse investimento em tecnologia e infraestrutura tecnológica também é o grande catalisador do desenvolvimento do setor no Brasil.

Os clientes, ávidos por gerenciar seus ativos em seu próprio tempo, aderem cada vez mais aos recursos tecnológicos oferecidos pelo mercado. As instituições financeiras, por sua vez, valem-se das novas tecnologias para ampliar e melhorar seu atendimento, e também têm aderido cada vez mais ao modelo digital.

Ao observar os avanços do setor financeiro ao longo dos últimos anos, verifica-se o surgimento de uma era de consolidação dos meios digitais. Segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN)[1], mais da metade das transações bancárias realizadas no Brasil em 2014 foram realizadas via internet e mobile banking.

A consolidação do uso dos canais digitais é resultado de um investimento muito grande da indústria para garantir um ambiente seguro e oferecer interfaces cada vez mais amigáveis, melhorando assim a experiência dos clientes; ao mesmo tempo em que reflete o momento atual vivido pelo Brasil, no qual a melhoria do acesso à internet e a alta penetração dos smartphones, possibilitam que os usuários tenham uma infraestrutura adequada para utilizar esses meios.

O novo contexto também altera o papel das agências e investimentos. Nessa nova seara, as agências ganham um novo papel e passam a ser mais consultivas. Os clientes agora procuram seus gerentes para saber mais sobre novas oportunidades de investimento e serviços que podem ser contratados, com base em seus perfis.

Em que pese o país enfrentar um período de recessão na sua economia, os bancos brasileiros continuam a investir elevadas somas de recursos em tecnologia para atender um cliente cada vez mais exigente e interativo, ávido por novas tecnologias e dispositivos para realizar suas transações financeiras.

Valendo-se das novas tecnologias para ampliar e melhorar seu atendimento, as instituições financeiras tradicionais têm aderido ao modelo digital. É o caso dos bancos digitais, que são mais que apenas uma versão online dos serviços oferecidos nas agências físicas.

Por definição, banco digital é algo que vai além do conceito de internet banking já adotado pelos bancos tradicionais. A ideia agora é criar modelos de negócios que apresentem soluções diferentes, práticas e inovadoras aos clientes, sempre que esses precisem interagir com a instituição.

Inclusive, já é possível encontrar até bancos 100% digitais no país, tais como o Banco Original e o Banco Neon, que oferecem todos os serviços de um banco comum, incluindo opções de investimento e disponibilidade de crédito, porém sem possuir nenhuma agência física.

Através de um banco digital, o cliente consegue fazer todas as atividades que precisa, como abrir uma conta, fazer aplicações, gerenciar ativos, entre outras ações, sempre utilizando a internet como ferramenta. Para o caso de saques em dinheiro, basta usar um caixa da Rede 24 Horas, com os quais os bancos digitais trabalham em parceria.

Pode-se afirmar, portanto, que um banco digital é uma empresa puramente online e sem agência física. Porém, visando não perder clientes para esse novo modelo de instituição, bancos tradicionais têm investido em suas versões digitais.

Os bancos tradicionais brasileiros, como Itaú e Bradesco, também apostam no modelo de conta digital que oferece recursos além das agências físicas, sem taxas/tarifas adicionais, como, por exemplo, as plataformas Digitaú e DigiConta Bradesco, respectivamente.

No entanto, todo esse desenvolvimento tecnológico ainda causa a alguns certos desconfortos. A falta de confiança nos meios de pagamento móveis é um fator crucial, inclusive, para inibir sua expansão.

Confiança é fundamental e para fazer frente aos ataques criminosos na web, é necessário o investimento em soluções que combatam efetivamente essas fraudes.

Assim, a consolidação dos meios digitais em operações financeiras é suportada por recursos tecnológicos avançados que garantem inclusive a privacidade, inviolabilidade, irrefutabilidade e autenticidade dos dados que são transmitidos com uso de criptografia.

Nos próximos anos, o principal desafio para os bancos será encontrar maneiras de se diferenciar. Os clientes, agora mais exigentes, exigem gerenciar seus ativos em seu próprio tempo.

Buscando resultados mais eficazes, a saída encontrada pelos bancos não foi a contratação de mão de obra avulsa especializada, e sim, traçar parcerias com empresas de tecnologia que resultem em um maior desenvolvimento tecnológico. Nesse sentido, o aumento da tecnologia está ligado ao fenômeno “Fintech”, nome dado às novatas que fazem exatamente o que um banco faz, só que com uma estrutura bem mais enxuta (o que reduz os custos dos serviços), tecnologia de ponta (o que confere grande eficiência) e o alcance ilimitado da internet.

Depois da crise financeira mundial, os serviços financeiros deixaram de ser exclusividade de bancos e seguradoras para entrar no radar das startups de tecnologia. Essas empresas que oferecem operações similares às dos bancos também são voltadas para a população que geralmente não é atendida pelas principais instituições financeiras. Cabe ressaltar que esses modelos estão cada vez mais captando recursos, crescendo e se aproximando de grandes bancos.

Com a entrada de startups no mercado financeiro, os bancos foram obrigados a investir pesado na modernidade, uma vez que os investidores não parecem nem um pouco dispostos a enfrentar a burocracia e as regras do sistema financeiro nacional tradicional. Sendo assim, os bancos digitais têm atraído cada vez mais os investidores com a cobrança de taxas anuais baixas, e oferecendo produtos modernos de alta qualidade e fácil assimilação para os clientes.

Diante desse cenário, o atual desafio do setor é planejar esse investimento de forma adequada, balanceando eficiência e necessidade do consumidor através de uma plataforma integrada de canais e de ofertas aos clientes.



[1] http://cert-portal.febraban.org.br/Noticias1.asp?id_texto=2626&id_pagina=60&palavra=

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